dez 22, 2014
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Como prevenir-se da Osteoporose

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A osteoporose é uma doença que aflige grande parte da população idosa. E em alguns casos à parte, até mesmo adultos em fase de desenvolvimento. Vale ressaltar que os cuidados devem existir sempre e não só quando a doença se manifestar. É por isso que estamos aqui, para ajudá-los a obter a informação necessária sobre a doença e para recomendá-los um tratamento rotineiro adequado.

O que é a osteoporose?

É uma doença perigosa, porque age em silêncio. Ela é provocada pela perda de massa óssea, atingindo idosos de ambos os sexos. As mulheres costumam obter este problema no período pós-menopausa, momento em que o corpo perde densidade óssea com a redução dos níveis do hormônio estrógeno.

De acordo com uma pesquisa obtida pelo site Minha Vida, o ano de 2015, quando comparado ao de 1950, obterá um crescimento equivalente a 400% no número de fraturas de quadril para homens e mulheres entre 50 e 60 anos, e próximo de 700% nas idades superiores a 65 anos.

Osteoporose tem cura?

Não. Porém, é possível diminuir os riscos de lesões com o tratamento adequado. Segundo especialistas da área, os pacientes devem utilizar medicamentos específicos após a realização de exames médicos e também adotar uma dieta saudável e rica em cálcio.

Apesar de não ter cura é possível controlar a doença. Os tratamentos devem melhorar a qualidade dos ossos e evitar que a doença se propague. E, com isso, há uma redução significativa de fraturas e suas graves consequências, afirmou o reumatologista Leandro Parmigiani.

Quais os sintomas?

A osteoporose apresenta como primeiro sintoma fraturas de fêmur, quadril, vértebras e pulso. O reflexo desta doença afeta diretamente na qualidade de vida e na alteração da rotina familiar. De acordo com a Fundação Internacional de Osteoporose, uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens acima de 50 anos sofrerão uma fratura decorrente de osteoporose até o fim da vida.

Entramos em contato com Eduardo Gutierrez, médico da empresa de materiais cirúrgicos no Rio de Janeiro, Axiste, e ele nos informou que pessoas com histórico familiar da doença podem apresentar fatores de risco. Confira outros exemplos que podem apresentar riscos:

  • Pessoas de pele branca, baixas e magras;
  • Deficiência na produção de hormônios;
  • Pessoas que utilizam medicamentos à base de cortisona, heparina e no tratamento da epilepsia;
  • alimentação deficiente em cálcio e vitamina D;
  • baixa exposição à luz solar;
  • imobilização e repouso prolongados;
  • sedentarismo;
  • tabagismo;
  • consumo de álcool;
  • algumas doenças reumatológicas, endócrinas e hepáticas.

Fique sempre atento(a) à sua saúde! Cuide-se.

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Andrielle Bressane

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