maio 9, 2017
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A luta entre caminhões e estradas mal conservadas

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Como muitas pessoas sabem, o sistema de transporte brasileiro é baseado em rodovias. Sendo assim, os protagonistas no transporte de mercadorias, são os caminhões.

No Brasil, anualmente, o volume de carga transportada por caminhões ultrapassa os 500 bilhões de toneladas. Isso mostra a necessidade e, em contrapartida, nossa dependência desse meio de transporte. As commodities – soja e café, por exemplo – estão entre os itens que são transportados por caminhões.

No entanto, essa dependência, gera problemas. Apensar de vantagens como a flexibilidade – visto que o caminhão pode alterar suas rotas – o transporte rodoviário tem o um custo alto. O custo-benefício dos caminhões é ruim, se comparado com o trem. O caminhão demanda manutenção e gastos com combustível.

Além disso, existem problemas nas estradas. Caminhoneiros enfrentam verdadeiras provas de resistência em estradas brasileiras. Um exemplo de estrada ruim é a BR-230, que liga Marabá (PA) e Wanderlândia (TO). A estrada possui trechos sem asfalto, o que obriga os motoristas a se arriscarem até em dias de chuva.

A necessidade de um investimento em infraestrutura

Apesar de estar crescendo o investimento em pavimentação com asfaltos modernos, ainda é enorme o número de estradas ruins. O problema disso tudo são os acidentes causados e o reflexo no preço das mercadorias. Qualquer atraso em entregas e manutenções nos veículos acabam sendo transferidas para os valores finais dos produtos.

Segundo Gregory Maitre, sócio fundador da Betuseal, empresa que produz um selante para asfalto capaz de rejuvenescer o aspecto da estrada, é preciso mais atenção das autoridades publicas e privadas. “Quem mais sai prejudicado são os consumidores. Estradas ruins aumentam e exigem mais do carro. O peso dos caminhões e a chuva já são agressivos as estradas e, sem manutenção, isso só tende a piorar.”

Texto: Daniel Delfino

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