ago 6, 2014
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Novas relações de trabalho

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Nos dias de hoje se observa um novo fenômeno que o sociólogo português Elísio Estanque, chama de “retorno à barbárie” no mundo do trabalho. A exploração em relação ao trabalhador aumentou e o que se vê é um distanciamento cada vez maior dos trabalhadores em relação ao sindicalismo e à luta pelos seus direitos.

O que vem a ser isso? Para o pensador em questão nas duas últimas décadas as relações de trabalho se tornaram cada vez mais individuais. Os trabalhadores são submetidos cada vez mais aos padrões de produtividade inatingíveis. Este problema afeta tanto o profissional mais qualificado como aquele de menor qualificação. No geral os trabalhadores preferem aceitar qualquer condição de trabalho, já que o pior seria não ter o emprego.

Mesmo os trabalhadores que utilizam dos computadores, sejam eles trabalhadores dos call centers ou profissionais liberais também sofrem com o aumento da exploração da mão de obra. Receberam uma nova denominação “infoproletários”, referenciada pelos pesquisadores Ricardo Antunes e Rui Braga sobre a degradação do trabalho virtual de 2009.

Este tipo de trabalhador é precarizado de várias formas, seja ela material ou psicológica. Ele assume um acúmulo de funções por imposição que vem de cima para baixo e daí esse trabalhador perder a sua identidade.

Deve-se estar atentos!

A tarefa do professor: mostrar a frutinha. Comê-las diante dos olhos dos alunos. Provocar a fome. Erotizar os olhos, fazê-los babar de desejo.  Acordar a inteligência adormecida. Aí a cabeça fica grávida: engordar com idéias. E quando a “cabeça engravida não há nada que segue o corpo”

por Veriana Mosil

Somos mulheres que tratam da vida, do gostar e do acreditar que a vida é tecida ponto a ponto todos os dias. Na tessitura os fios são admirados e dão sentido para a existência humana. É tecida pelos fios do amor, solidariedade, aceitação, e pelos fios da tragédia composta por sucessões, alternâncias e alteridades. É preciso paciência, entregas e renúncias, partidas e recomeços, altos e baixos. Dialogue conosco e se comprometa a tecer uma vida com sentido. Teçam VITAM conosco!

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