jul 30, 2014
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Viajando com crianças

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Viajar é tudo de bom. Mas, para algumas mamães, viajar com os seus filhos pequenos pode parecer um pouco perigoso. E não são apenas as mamães de primeira viagem que pensam desta forma. Afinal, seus pimpolhos devem estar 100% seguros sempre. Pensando nisso, resolvemos trazer algumas dicas para nossas mamães leitoras.

Dicas para viajar com bebês

Idade

Essa é uma questão bastante pessoal, e vai de acordo com cada família, até mesmo da própria criança. Não existe uma idade X para poder viajar com seu pimpolho. Antes de um aninho de idade, os bebês não são tão pesados, sendo mais fáceis de carregar. Seja no colo, no canguru, no sling, nas costas. Tudo é válido!

Outra facilidade é que eles não saem andando por aí, ou seja, não dão tanto trabalho. Eles também dormem e cabem facilmente em qualquer lugar, o carrinho nessas horas é essencial! Estamos falando do carrinho simples tipo guarda-chuva, que costuma ter cinco posições diferentes. Portanto, não se esqueça de colocá-lo na bagagem.

Viagem de avião

De acordo com Newton Mendonça, sócio-fundador da Espaço Câmbio, casa de câmbio no Rio de Janeiro, as companhias aéreas aceitam transportar bebês apenas quando têm mais de sete dias de vida. Porém, a recomendação médica é outra: “É ideal ter mais de 28 dias. Antes disso, é considerado neonatal e pode haver a necessidade de retorno ao hospital por alguma complicação”, explica o pediatra Ricardo de Castro.

“Se vai com crianças menores (até 5 anos), uma estratégia é ir durante a noite, período em que eles estão acostumados a dormir”, sugere a pediatra Raquel Quiles. Para os mais grandinhos, vale explicar tudo sobre a viagem, ilustrando os momentos de diversão que eles terão no destino. Usar a psicologia funciona muito bem nessa hora.

Alimentação

Os procedimentos durante o voô devem ser os mesmos que você costuma fazer em casa. A troca de fraudas e a alimentação, por exemplo. A alimentação vai variar de acordo com a idade. “Em geral, não se recomendam intervalos muito longos, acima de três horas”, conta a pediatra Raquel Quiles.

Se o bebê mama no peito, não há o que se preocupar. Pois nesta fase ele fica protegido de infecções. Se não, inclua 2 a 3 mamadeiras na bolsa e uma lata de leite em pó. Se o seu bebê está na fase das frutinhas e lanchinhos, também continua fácil, pois são fáceis de encontrar. E na verdade, é quando eles vão crescendo e variando a alimentação que começa a complicar. Mas vai de cada mamãe.

Bagagem

Com toda a certeza a mala fica bastante grande. Fraldas, mudas de roupas, mamadeiras, lenços umedecidos, nécessaire com remédios, brinquedos, carrinhos etc. A logística comparada à mala de um adulto é realmente superior. Mas mantenham a praticidade e não deixem de viajar por conta disso.

Se o seu filho(a) já for mais crescidinho, alguns desses itens serão descartados, porém, não se esqueça que quanto mais idade, mais brinquedos serão necessários. Lembre-se de levar uma mala extra, ou outra que ainda tenha bastante espaço disponível, pois nunca voltamos de outro destino apenas com o que levamos, concorda?

Documentos

Verificar os documentos antes de viajar é uma das tarefas mais importantes. Portanto, tenha em mãos passaporte e certidão de nascimento original (ou RG), para comprovar a filiação que não aparece no novo modelo de passaporte. Caso não vá toda a família junta na viagem, lembre-se de ter em mãos uma autorização de saída de menores ou uma autorização judicial, dada pelo parente que não estará junto. Uma via ficará com você e outra com a polícia federal.

Vacinação

Lembre-se de estar com todas as vacinas do seu filho(a) em dia e de levar a carteira de vacinação. “Durante a viagem, podem acontecer algumas intercorrências e ser necessário checar a vacinação”, avisa a pediatra Raquel Quiles. A carteirinha também é útil em caso de doença no local de destino. “Nesse caso, o médico do pronto-atendimento verificará o cartão e tomará as medidas necessárias”, acrescenta o pediatra Ricardo de Castro.

Lazer

A viagem deve ser legal para todos, certo? Então planeje roteiros e atividades que todos possam participar juntos. As crianças adoram ter os pais por perto. Porém, haverá momentos em que não será possível todos se divertirem juntos, por exemplo, as crianças costumam pedir para brincar no primeiro playground que aparece.

Texto cedido por Raphaela Aleixo

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Andrielle Bressane

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